segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Veja imagens das comemorações ao redor do mundo (© Reuters)FELIZ   2013
NOS DA TV URUBURETAMA AGRADECEMOS PELA PREFERÊNCIA DO INTERNALTA PELA TV URUBURETAMA.

QUE DEUS ABENÇOE CADA UM DE VOCÊS TREMENDAMENTE, E ENTRE COM PROJETO DE SALVAÇÃO NA VIDA DE CADA UM.

FRANCISCO JOSÉ DOURADO


Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012

Os dados foram dados pelo sociólogo italiano que fez uma alerta mundial sobre o caso

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012 Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012
Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.
“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.
Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.
Outros países citados foram o Paquistão e o Egito onde há algumas áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.
Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como católicos e coptas. Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com poder mundial não chegam a noticiar. As informações são do Protestante Digital.                                        fonre: gospelprime.com.br

domingo, 30 de dezembro de 2012


Jornalista denuncia conivência de autoridades brasileiras com infanticídio indígena

Jornalista denuncia conivência de autoridades brasileiras com infanticídio indígenaPaul Raffaelle chama a atenção para violação dos direitos indígenas ocorrido em tribos remotas
O jornalista australiano Paul Raffaele participou de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado no dia 29 de novembro e denunciou a tolerância ao crime de infanticídio e omissão de socorro a crianças expostas ao ato que ainda ocorre em tribos isoladas no território brasileiro.
O jornalista, que possui vasta experiência na observação de povos isolados, conviveu durante duas semanas com os índios Suruwahás, no Sudoeste do Amazonas, para produzir o documentário Amazon’s Ancient Tribe – First Contact. Ele presenciou rituais em que bebês indígenas são enterrados vivos ou deixados na selva à mercê de animais selvagens. “Acordem, tentem salvar esses índios bebês. Crianças têm sido mortas do modo mais terrível. (…) Já cobri cerca de duas mil histórias e certamente essa é uma das mais importantes de toda a minha carreira”, disse ele em declaração ao portal Fé em Jesus.
Raffaele ainda afirmou que a Fundação Nacional do Índio – Funai, tem ciência da ocorrência da morte de crianças nas tribos mas faz vista grossa ao fato. Segundo ele, a política do órgão, de tentar manter as tribos isoladas da sociedade leva a extremos de preservar as mais obscuras faces da cultura indígena que contempla a morte de seus próprios membros.
“O departamento está cheio de antropólogos que querem proteger a pureza cultural dos índios, mesmo quando isso envolve enterrar bebês vivos ou abandoná-los na floresta para serem comidos vivos por onças e outras feras”, disse à Agência Senado. Para ele, ao agir assim, as autoridades concordam e aprovam uma das maiores violações aos direitos humanos em todo o mundo.
O jornalista ainda ressaltou que a Funai e o governo brasileiro negam a prática de assassinatos de crianças em tribos indígenas. Mas segundo ele, existem provas concretas da ocorrência do ato principalmente entre tribos remotas.
“Não estou falando de algo que aconteceu há séculos. Pode ter acontecido ontem e acontecer amanhã. Está na hora de o governo brasileiro ficar do lado de todas as suas crianças e não apenas daquelas não indígenas”, apontou.
Museu antropológico vivo
Entre outros atos da Funai, Raffaele aponta que seus funcionários desencorajam os índios que querem buscar educação e conhecimento fora das aldeias. Além disso, impedem o contato desses mesmo índios com missionários evangélicos, que há décadas atuam levando assistência médica às aldeias.
“Eles não perguntam o que os índios, principalmente os jovens, querem. Eles dizem a esses jovens o que devem fazer. Fecham as tribos no que eu chamo de museu antropológico vivo”, ressaltou.
Ele ainda critica a ingerência dos funcionários da Funai frente à vontade manifesta dos próprios índios. “Os índios gostam e pedem a volta dos missionários, para que ouçam mais sobre o amor de Deus e o evangelho, mas os funcionários da Funai, dizem que não, que eles (missionários) devem sair”, relata o jornalista. Ele chega a ironizar a atuação da FUNAI: “afinal, quem são os verdadeiros caciques; os índios ou funcionários da Funai”?
Lei Muwaji
Paul Raffaele chamou a atenção durante a audiência para a situação e incentivou que os deputados e senadores possam se unir em torno da Lei Muwaji, de autoria da advogada e Diretora de Assuntos Legislativos da Asociação Nacional dos Juristas Evangélicos (ANAJURE), Damares Alves. O objetivo da lei é fornecer diretrizes para proteção das crianças indígenas rejeitadas pela tribo e que correm risco de se tornarem vítimas do crime de infanticídio.
Segundo Damares, a responsabilidade de preservar vidas é do Estado, que possui a função de proteger a vida humana, conforme prevê a Constituição Federal. “Se alguém deve ser penalizado ou responsabilizado por omissão de socorro são os agentes do Estado quando se omitem ao saber que uma criança corre risco de vida, mesmo que por motivação cultural”.
O problema do direito à vida versus o direito da preservação da cultura permanece ainda hoje. Mas segundo Damares, muita coisa tem mudado nos últimos anos e isso passa por um diálogo entre os povos. “Na hierarquia dos direitos prevalece o direto à vida”, esclarece.
Para ela, os índios tem um papel fundamental como agentes e protagonistas dessas mudanças. “A nós cabe apenas oferecer a eles alternativas para salvar e manter vivos seus descendentes”, completa.
O presidente da ANAJURE, Uziel Santana, também enfatizou que a questão do infanticídio entre os indígenas é um assunto prioritário para a associação, que possui um extenso programa de luta em favor das Direitos Humanos Fundamentais.
O jornalista Paul Raffaele veio ao Brasil especialmente para participar da audiência requerida pelo deputado Magno Malta.
Parlamentares, representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Ministério Público, presentes na ocasião ressaltaram a gravidade do tema e afirmaram que o assunto será alvo de debates nos respectivos órgãos. A intenção é desenvolver projetos que introduzam elementos de cidadania às comunidades indígenas isoladas.
fontenoticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Quem prevía o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012 deve está  com vergonha

Eu avizei que o mundo não iría se acabar, baseado em provas reais. Coloquei um video na internete falando sobre essa mentira, hoje venho dizer para vocês que o mundo não tem data certa para se acabar. A bíblia fala que Jesus vem buscar seu povo, e depois que ele tirar seu povo, as tribulações do apocalipse vai comessar, só depois de muito sofremento da população do mundo, é que Deus vem jugar o povo, e depois do jugamento do povo e que os bons irão para o ceu e os maus irão para o lago de fogo, aí então vai dasaparecer ceu e terra e irá aparecer novo ceu e nova terra. e o povo de Deus irá reinar com o próprio Jesus Cristo na cidade santa, e os que não fizerão a vontade de Deus irão sofrer para sempre no lago de fogo com o demónio, a besta, os falsos profetas e todos aqueles que não tinhão seus nomes escritos no livro da vida

domingo, 16 de dezembro de 2012

A fé permeia a espera pela alta de bebês e crianças nos hospitais

A vida e a morte caminham mais perto nas UTIs. Para superar esse drama, as mães buscam força em Deus
Dezembro é o mês em que a cristandade celebra o nascimento de Jesus. Permeada de espiritualidade, a cena em que Maria carrega o menino Deus nos braços é repetida inúmeras vezes em capelas e igrejas do mundo inteiro. Porém, nem sempre, após os nove meses de espera, a mãe pode exibir o seu bebê, perfeito e sadio, ao mundo. Muitas vezes, os pais têm que esperar semanas, meses ou até anos para levá-lo para casa. Ou nem mesmo conseguem tirá-los do hospital.

Sergileuda Rodrigues, da cidade de Palhano, hoje é hóspede de parentes no Dias Macêdo para acompanhar Miguel, que nasceu de 26 semanas fotos: Alcides Freire
O cenário dessa espera se passa nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ou nos leitos de médio risco. Em vez dos braços da mãe e do conforto do berço, que esperavam o bebê no quarto, uma incubadora. Além do choro, ruídos dos aparelhos que monitoram os batimentos cardíacos e outros sinais vitais.

Para superar esse ambiente tão árido, em que uma linha tênue separa a vida da morte, as mães procuram força em Deus para ter esperança. O sonho maior, comum a todas, é chegar em casa com o filho nos braços e ter, novamente, uma vida normal, longe do hospital.

Além de cuidarem do filho, frágil e ainda dependente de vários procedimentos invasivos para se manter vivo, essas mulheres também precisam superar a ausência de apoio dos maridos e da família e a falta de moradia, já que a maior parte delas reside no Interior do Estado.

Espera
Sergileuda Rodrigues, 21 anos, teve Miguel prematuro por conta de uma queda. No dia seguinte, começou a perder líquido amniótico e como o seu município não dispunha de UTI neonatal, veio de Palhano para Fortaleza, onde está instalada há cerca de dois meses. Assim como muitas mães, ela sonha também com o momento de voltar para casa, onde seu marido a espera e onde já tem o quarto do filho único montado todo em azul.

Há quatro anos e sete meses, Graça Vitorino, de 26 anos, aguarda esse dia de voltar pra casa. Natural de Iguatu, ela fez o pré-natal na sua cidade. Durante toda a gravidez, foram muitas as dores de cabeça e 26 quilos a mais. Contudo, em nenhuma consulta, sua pressão arterial foi avaliada. Antes do parto, convulsionou várias vezes, mas o procedimento foi realizado no próprio município. Para tentar salvar a filha Graziela, os médicos transferiram a menina para o Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), na Capital. Graça só soube disso três dias depois e após uma semana seguiu para acompanhá-la.

Por conta da falta de oxigenação do cérebro na hora do parto, Graziela adquiriu encefalopatia crônica e não anda nem fala. Respira por aparelhos e se alimenta através de uma sonda. Mesmo com tantas limitações, o que Graça mais quer é tirá-la do ambiente hospitalar. "Eu tenho uma amiga na Barra do Ceará que disse que me ajudaria para montar uma UTI na casa dela".

Depois da vinda de Graça Vitorino para Fortaleza, todas as suas energias se voltaram para os cuidados com a filha. Como não tem parentes na Capital, dorme quase sempre no hospital, onde fez várias amizades. Os pais ainda moram em Iguatu, mas já faz um ano que Graça não os visita. "Eles não entendem o estado da Grazi. Já comentaram que eu devia desligar os aparelhos, mas eu não posso matar a minha filha".

Nesse período distante da família, a internet tem sido não só fonte de informação, mas também refúgio para os momentos difíceis. "Sempre que me falam algum termo técnico, quando vou para a casa da minha amiga, nos fins de semana, procuro saber o que significa. Foi pelo Facebook que eu a conheci. Ela se sensibilizou com a nossa história e tem nos ajudado durante esse tempo", conta.

Separações
O pai da menina a abandonou após o nascimento. "Depois que eu vim pra cá para acompanhar a minha filha, ele não me procurou mais", relata.

Pelos longos períodos que as mulheres precisam se ausentar de casa para acompanhar os filhos enfermos, as separações não são casos isolados. Segundo a assistente social da UTI neonatal do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Ana Maria Freitas, 15% das mulheres que acompanham os filhos nas UTIs se separam. "Geralmente, são as mães que ficam para dar assistência aos filhos e, pela distância, os laços familiares se dissolvem".

Para evitar a separação, as mulheres são orientadas a tentar não pensar no hospital quando estiverem em casa. "Nas nossas reuniões semanais, sempre falamos que, quando puderem ir para casa, elas devem aproveitar para ficar com os filhos e os maridos", explica.

Bebês prematuros
Há seis meses longe de casa, Conceição Avelino, de 25 anos, deu à luz a Pedro Davi no HGF, pela extrema prematuridade do filho, que nasceu com 25 semanas. Conceição mora em Forquilha e naquele município cearense não existe UTI Neonatal. Antes de chegar ao hospital, ela passou pela Santa Casa de Sobral, que também não tinha condições de recebê-la. "Foi um sufoco, pois tive eclâmpsia e nós dois corríamos perigo de
morte".

Conceição Avelino, vinda de Forquilha, está no HGF há seis meses. O filho Pedro Davi nasceu com 25 semanas
Como no HGF não há alojamento para mães, Conceição está instalada em uma pousada no Centro e todos os dias permanece no hospital das 8 às 17 horas. Para ela, cada pequeno avanço do filho é motivo para comemoração. "Para Pedro Davi voltar pra casa, falta pouco. Vão trocar o aparelho da traqueostomia e se adaptar terá alta".

Para Conceição Avelino, o mais difícil é ver os bebês saindo do hospital e a saudade dos outros filhos. "Eu sou a mais antiga da UTI Neonatal. É duro continuar aqui. Quando falo com meus filhos, digo que logo vou estar em casa, mas eles não acreditam. Ainda bem que minha família e meu marido me apoiam", ressalta Conceição, que se reveza no hospital com a mãe.

Aprendizado
A auxiliar de serviços gerais Cleonésia Lopes, de 34 anos, há nove meses está na UTI do Hospital Pediátrico do Câncer. A filha, Maria Eduarda, de cinco anos, foi diagnosticada com um tumor maligno no cérebro. Desde então, os pais se alternam nos cuidados com a menina. Enquanto Cleonésia passa três dias com Maria Eduarda, o pai passa quatro para que a mãe descanse. "É uma rotina muito difícil. Mas, em janeiro, se Deus quiser, iremos para a nossa casa".

Enquanto está no hospital, Maria Eduarda, filha de Cleonésia, gosta de assistir o Chaves FOTOS: ALCIDES FREIRE
Antes da doença da filha, ela morava em Uruburetama, com o marido e os dois filhos adolescentes. Em janeiro, os quatro irão se mudar para uma casa em Fortaleza, já que Maria Eduarda ainda precisará de acompanhamento. "Não sabemos se ela poderá voltar a respirar ou se alimentar normalmente. Mas, pelo menos, estaremos juntos outra vez. Ela sente saudade dos irmãos".

Após nove meses acompanhando o tratamento de Maria Eduarda, a auxiliar de serviços gerais nota grandes mudanças na sua forma de ver o mundo. "Às vezes, quando eu durmo aqui ou a gente se deita em pufes ou em um colchonete, nesses momentos eu penso em quantas vezes reclamei que o meu colchão estava ruim, que precisava ser trocado. A gente se queixa de tanta besteira! O meu marido também mudou. Em vez de beber cerveja com os amigos, fica direto ao lado da filha".

Cleonésia está hospedada na casa de uma irmã e vai à missa nas horas vagas. A auxiliar de serviços gerais percebeu a doença da filha após dores de cabeça e vômitos. "Passei três meses pra descobrir. Disseram que era virose, vermes. Quando soubemos do câncer, já estava do tamanho de uma laranja e ela teve que se operar logo. Foi no dia do meu aniversário. Mas, o importante é que agora ela está curada".

Site da ONG ajuda os pais com informações
1. Como e quando surgiu o Instituto Abrace? Qual a sua missão?
A ideia de fazer uma ONG caminhou com as páginas finais do meu livro Mãe de UTI, escrito após a morte de minha filha, que passou um ano e quatro meses na UTI. Finalmente, em 2006, nascia oficialmente o Instituto Abrace com a missão de ser, até hoje, a única ONG que não está fixada em uma patologia, mas em levar apoio e informação aos pais, que são os tomadores de decisão em quaisquer circunstâncias de UTI, pré e pós internação (home care ou luto).

2. De que formas o Instituto Abrace se propõe a ajudar aos pais e mães de UTI?
Somos pais, mães e profissionais de diversas áreas, atuamos juntos com a produção de informação, apoio emocional, interatividade e humanização, não somente para os centros de saúde, mas também para familiares ou a família estendida da criança ou bebê em situação de UTI ou home care.

3. Você é casada? Tem filhos? Qual a sua profissão? Em que a experiência de ter um filho na UTI mudou a sua percepção do mundo e a sua vida?
Sou casada, tenho um menino e sou nutricionista. Viver em UTI para mim foi um aprendizado de passar a olhar mais ao meu redor. Me fez questionar o que realmente importa, o que conta mesmo e que as ações voluntárias têm um valor incalculável. Mudou tudo na minha vida. Não se passa mais de 16 meses em UTI de forma ilesa.

Maria Julia Miele
Presidente do Instituto Abrace

SAIBA MAIS
Ceará
Em todo o Estado, são 716 leitos de UTI. Destes, 82 são de pediatria e 157 de UTIs neonatais.

Capital
Em Fortaleza, existem 593 leitos. São 75 de UTI pediátrica e 129 neonatal.

Interior
O Interior do Estado só dispõe de 123 leitos de UTI. São apenas sete de pediatria e 28 de UTIs neonatais.

Atendimento
O Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes só dispõe de UTI pediátrica. Já os hospitais Infantil Albert Sabin e Waldemar Alcântara têm UTIs pediátrica e neonatal. Os hospitais Geral César Cals e Geral de Fortaleza só contam com UTIs neonatais.

Faltam alojamentos para acompanhantes do Interior
Para que as mães e pais possam acompanhar os filhos, é necessário que o hospital ofereça alguma infraestrutura. Em Fortaleza, cinco estabelecimentos públicos dispõem de UTIs. Contudo, somente no Hospital Geral César Cals as mães têm direito a se instalar, enquanto os filhos precisarem das UTIs e, ainda assim, somente se for comprovado que elas não têm onde ficar hospedadas em Fortaleza.

No Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), são fornecidas seis refeições e vales-transporte no caso de a mãe morar na Capital. Já no Hospital Geral de Fortaleza, são quatro refeições e os vales-transporte, enquanto no Hospital Waldemar Alcântara, são três refeições e vale-transporte, conforme a assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Mas, para quem vem do Interior, se a cidade não contar com casa de apoio, a pessoa se instala na casa de parentes ou é obrigada a pagar estadia.

Segundo a assistente social da UTI neonatal do HGF, Ana Maria Freitas, a distância é um dos maiores obstáculos para que as mães acompanhem seus filhos. "Depois das eleições, teve gestor que simplesmente suspendeu o transporte dessas mães para Fortaleza e muitas não têm condição de pagar as passagens", relata.

Parentes
A dona de casa Cícera Suyane Lima, de 18 anos, é um exemplo. Vinda de Caririaçu e sem ter parentes ou amigos em Fortaleza, ela depende da ajuda da mãe e do marido para pagar a estadia em uma pousada. Cícera deu à luz ao filho no HGF, no dia 13 de agosto, e teve que se deslocar até a Capital porque o bebê precisaria se submeter a várias cirurgias para realinhar os órgãos.

Cícera Suyane Lima, de Caririaçu, fez promessa para ver seu filho, Cícero Geová, com saúde. Aos quatro meses, ele já passou por quatro cirurgias FOTO: ALCIDES FREIRE
"Soube no ultrassom morfológico que, se eu não viesse para Fortaleza, poderíamos morrer. Nesses quase quatro meses, ele já passou por quatro cirurgias e três infecções. Mas, tenho fé que ele vai viver. Fiz até promessa para o Padre Cícero. Por isso, o nome dele é Cícero Geová", conta.

Outro problema apontado pela assistente social é o abandono. "Atualmente, na UTI neonatal, nós temos dois bebês que deverão ser encaminhados para abrigos. As mães deles são do Interior, foram embora e não conseguimos mais localizá-las. Sabemos que uma era dependente de crack e já tinha doado outras crianças. Por isso, a família não quer assumir a responsabilidade. A média de bebês abandonados chega a ser de um por mês", diz a assistente social.

No Hospital Geral de Fortaleza, as mães participam, semanalmente, de aulas de artesanato e recebem atendimento psicológico. "Nesses encontros, elas falam mais sobre seus problemas, confeccionam enfeites para os bercinhos de médio risco e trocam experiências", explica Ana Maria Freitas.

Para a diretora do Centro Pediátrico do Câncer do Hias, Selma Lessa, o apoio dos pais e mães, enquanto os filhos estão na UTI, é importante para a recuperação. "A presença de pais dedicados sempre é importante, especialmente se o filho estiver alerta (acordado) e nunca vai atrapalhar, desde que tudo seja combinado com a equipe, como os horários de visita e a permanência na UTI", aponta.

Além das dificuldades encontradas na cidade de Fortaleza para quem precisa acompanhar algum filho no hospital, no Interior do Estado, há carência de leitos de UTI. São apenas sete leitos pediátricos e 28 de UTI neonatal. Para ampliar esse número, a assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde do Estado anuncia para o ano que vem mais 40 leitos, sendo dez de UTI neonatal, dez pediátricos e outros 20 de médio risco.

Ainda de acordo com informações da assessoria, outra região que terá o número de leitos de UTI ampliado será o Sertão Central, com a construção, em Quixeramobim, do Hospital e Maternidade do Sertão Central, com dez leitos de UTI neonatal e dez pediátricos.

Na Capital cearense, além dos hospitais da rede estadual, existem Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) nos Gonzaguinhas da Barra do Ceará (9), de Messejana (15), do Conjunto José Walter (2); e no Hospital Nossa Senhora da Conceição (8).

Gestantes
De acordo com o diretor do Gonzaguinha de Messejana, Eusébio Rocha, no segundo semestre de 2013 deverá ficar pronta a Casa da Gestante. "Nessa unidade, que terá dez quartos, cozinha, sala de estar e banheiros, as mulheres poderão ficar hospedadas enquanto os bebês estão na UTI. Esse projeto faz parte da Rede Cegonha, iniciativa do Governo Federal do qual nós fazemos parte. As obras terão início em janeiro próximo", explica.

No Hospital Geral César Cals também funciona uma Casa da Gestante voltada para as mães que tem diabetes, hipertensão e outras doenças que, associadas à gravidez, a tornam de alto risco. Nessa unidade hospitalar, as visitas têm horário estendido, das 11 às 17 horas. Também é possível que os irmãos e avós do bebê que está na UTI neonatal possam visitá-lo.

Na Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac), ligada à Universidade Federal do Ceará (UFC), são 21 leitos de UTI neonatal. Conforme a assessoria de comunicação da Meac, as mães participam de palestras e oficinas, mas não têm acesso ao vale-transporte.

O desafio real de aceitar o diferente
Na opinião da psicóloga do Hospital Infantil Albert Sabin e especialista em Saúde Mental, Harrismana de Andrade, o maior desafio para essas mulheres é fazer a transição entre a imagem sonhada e a real sobre o seu bebê. "A mulher idealiza seu bebê antes mesmo de concebê-lo. É natural que a mãe imagine como será o rostinho, planeje o quarto e até pense na escola em que ele vai estudar. Quando o bebê nasce prematuro e a mulher se depara com um ser frágil, enrugado e totalmente diferente do bebê que ela imaginava, é obrigada a fazer uma transição entre o imaginado e o real e muitas se perdem nesse processo", explica.

Para que a mulher venha a aceitar o bebê e ajudá-lo a se recuperar, o apoio do pai da criança e da família é fundamental. "O que vai determinar o fortalecimento desse vínculo é a forma como ela será acolhida pelo pai do bebê e pela sua família. Afinal, não estava preparada para cuidar de uma criança tão frágil. A aceitação desse fato acontece aos poucos", ressalta.                                          

Na maioria das vezes, segundo a psicóloga, a mãe resiste a visitar o bebê, seja por receio ou mesmo por não aceitar que aquele é o seu filho. "Muitas mães têm medo e preferem se afastar. Isso é mais frequente quando a gravidez não foi planejada. Por isso, esse contato é tão incentivado nos hospitais para que o vínculo não se dissolva", esclarece Harrismana de Andrade.

Atividades
Conforme a especialista em saúde mental, é importante que os hospitais desenvolvam alguma atividade lúdica para ocupar o tempo livre das mães. "Para manter a sanidade e evitar rupturas psíquicas, as mães devem ter o apoio de psicólogos e terapeutas ocupacionais. Mas, não há como prever se terão estrutura para suportar um problema grave de saúde ou mesmo a morte de um filho porque existem outros fatores, como a predisposição a ter surtos psicóticos. Existem casos de mães que nunca mais voltam ao que eram depois da morte de um filho", diz.

Outro problema é a desper-sonalização do acompanhante. "Os termos mãezinha e paizinho devem ser substituídos pelo nome dos pais pelos funcionários porque o ambiente da UTI, por si só, já os despersonaliza, uma vez que estão longe do seu espaço".

KELLY GARCIAREPÓRTER                                                                            FONTE; DIÁRIO DO NORDESTE

Comarcas municipais irão julgar cidades pelo crime do desmonte

Operação conjunta do TCM e Procap apresentou ontem relatório da conclusão dos trabalhos
Fortaleza. Atraso na remuneração dos servidores, pagamento por obras não concluídas (assinaturas antecipadas de cheques) e processos licitatórios ilegais. Estas foram as principais irregularidades verificadas pela Operação Anti-Desmonte, promovida pela Procuradoria de Justiça dos Crimes Contra a Administração Pública (Procap) e pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). A conclusão dos trabalhos foi apresentada, ontem, na sede do TCM.

A quantidade de documentos produzida desde outubro passado foi mostrada durante a apresentação do relatório final do trabalho integrado FOTO: ALCIDES FREIRE

Foram levantados indicadores de crimes e improbidade administrativa no período pós-eleitoral em 39 municípios. Agora, os processos serão ajuizados para as respectivas comarcas, a fim de que se julgue os casos de peculato, fraude de licitação e falsidade ideológica, na área criminal, e ainda a apropriação de recursos públicos e violação dos princípios constitucionais (moralidade, legalidade e impessoalidade), no âmbito da improbidade administrativa.

O balanço final da operação, que objetivou identificar problemas relacionados à prática conhecida como "desmonte", foi apresentado pelo presidente do TCM, Manuel Veras; o chefe da Procap, procurador José Maurício Carneiro; a procuradora do TCM, Leilyanne Brandão, e os promotores da Procap, Luiz Alcântara e Eloilson Landim. Ao todo, foram apresentados 125 mil folhas de documentos sobre as denúncias.

O procurador José Maurício Carneiro observou que foram verificadas irregularidades em todos os municípios fiscalizados pela operação conjunta, que teve início em 22 de outubro passado. Como ações práticas, ressaltou que as atividades resultaram, de imediato, no afastamento dos prefeitos de Granja, Hélio Fontelenele e Uruburetama, Gilvan Pires Nunes, bem como foram impetradas ações civis públicas contra os prefeitos de Barroquinha, Ademar Veras e Chaval, Janaline Pacheco. A relação dos municípios relacionados se restringe apenas ao trabalho de fiscalização da força-tarefa do Procap e TCM.

Bloqueio

Houve também o pedido de bloqueios de contas, mas que ainda se encontram para apreciação pela Justiça. No caso de municípios que tiveram pedidos de contas bloqueadas, como é o caso de Canindé, dentre outras cidades, o chefe da Procap lembrou que essa iniciativa aconteceu antes da conclusão dos trabalhos.

"Os passos seguintes serão dados para análise dos processos e é muito provável que, até a próxima semana, mais prefeituras tenham suas contas bloqueadas ou até mesmo com afastamento de prefeitos", disse Maurício. Ele salientou que a conclusão dos trabalhos não significa que novas denúncias não sejam acolhidas pelo Ministério Público e o TCM, de modo a promover consequências para os responsáveis por irregularidades.

Esta foi a segunda vez que o trabalho conjunto foi desenvolvido. Em 2008, 31 municípios apresentaram irregularidades. Para a procuradora do TCM, Leilyanne Brandão, as ilicitudes não apenas mostraram um aumento quantitativo como também qualitativo.

A procuradora informou que, na experiência de campo, foram observadas que as práticas irregulares passaram a ser bem mais aprimoradas, onde prevalecem meios de maquiar, camuflar e ludibriar a fiscalização. "Agora, há uma cultura de que é possível nos enganar. Nós aumentamos nossa fiscalização, mas houve também o aparecimento de uma crença de que é possível nos ludibriar", disse.

Leilyanne chamou a atenção no sentido de se manter uma ação fiscalizadora mais atuante, inclusive com os órgãos de controle externo, indo além do período pós-eleitoral. Na sua avaliação, não se cometem mais os mesmos vícios de antigamente, como acontecia há uma década, mas os delitos apresentam um nível elevado de sofisticação.

Malha fina
O promotor Luiz Alcântara também sugeriu medidas que não apenas possam prevenir os crimes e a improbidade administrativa como coibir.

Ele disse que deve haver maior controle interno, com a admissão de contadores e advogados através de concursos públicos, como também maior alcance da contabilidade virtual. Conta que há até casos de apropriação indevida de CPF e CNPJ para atribuir falsos pagamentos por serviços prestados, que somente são descobertos quando caem na malha fina da Receita Federal. "Isso geralmente acontece com pagamentos de baixo valor, ou seja R$ 10 mil, que ficam isentos de fiscalização. No entanto, a prática acontece com mais de sete pessoas, o que já significa um desvio considerável de verbas, principalmente quando se trata de um município de pequeno porte", destacou.

O promotor entende que o descompasso com a contabilidade física está se criando uma porta aberta para o desvio de recursos públicos, como também compreende que se está favorecendo a fuga do regime geral da Previdência por um regime próprio. A medida consiste em parcelar as dívidas contraídas pela gestão com a aprovação da Câmara de Vereadores. "Isso é uma forma de legalizar os desvios de recursos públicos", asseverou.

O presidente do TCM, Manuel Veras, disse que o trabalho foi o coroamento do esforço conjunto, que é considerado pioneiro pela integração do Tribunal e Ministério. Disse que a atividade já despertou o interesse de outros Estados nordestinos, como Pernambuco, Paraíba e Piauí. Inclusive, já houve contatos para se saber mais sobre a metodologia empregada.

"Hoje, já não há mais o emprego de melado de rapadura nos tanques de combustível. Ou seja, o que entendemos como desmonte não é mais a mesma prática que havia no passado", disse. Ele manifestou interesse em aprimorar as práticas de prevenção e de enfrentamento, como forma de resguardar o bem público.

10 equipes especiais foram mobilizadas para o trabalho
Fortaleza "Esse foi um trabalho gigantesco e pioneiro na nossa região", afirmou o presidente do TCM, Manuel Veras, ao apresentar, ontem, o relatório final da Operação Anti-Desmonte. Ele destacou que as atividades foram determinantes para evitar que mais cidades e servidores públicos fossem penalizados com a transição de gestores, em vista de práticas irregulares de prefeitos derrotados nas eleições municipais.

A Operação teve por objetivo apurar, em razão de denúncias chegadas aos órgãos, possíveis práticas de desestruturação das máquinas publicas municipais.

A fiscalização atuou com uma matriz de risco elaborada pelos órgãos parceiros. Foram priorizadas as denúncias encaminhadas, quer formalmente, quer informalmente. Também foi dada atenção a requerimentos expedidos pelo Ministério Público e do Poder Judiciário, bem como informações veiculadas pelos diversos meios de comunicação.

Contudo, o foco principal foi centrado em cidades onde os gestores não conseguiram a reeleição ou não obtiveram êxito na eleição de correligionários ou aliados políticos.

Um total de 10 equipes especiais, compostas por cerca de 70 técnicos das áreas de contabilidade, pessoal e engenharia se mobilizaram de 22 de outubro até ontem, quando foi dado como encerrados os trabalhos.

Em cada semana de fiscalização, equipes do TCM se revezaram na presença em in loco nos municípios. Relatórios técnicos das fiscalizações se destinaram à Procap para análise, sem prejuízo da tramitação do processo para apuração no âmbito do TCM.

Restos a pagar

Apesar do resultado favorável das atividades, Manuel Veras ainda manifestou preocupação com a aplicação do artigo 42 da Lei da Responsabilidade Fiscal, referente aos "restos a pagar", que são endividamento decorrentes de prestações de contas sem contrapartida da gestão.

"Infelizmente, essa é uma situação que somente vamos verificar ao final das atuais administrações", afirmou o presidente do TCM. "O importante é que demos um passo valioso para evitar a desestruturação do serviço público", ressaltou. Ele elogiou a ação imediata do Ministério Público nas cidades cearenses.

Operação

125 mil folhas de documentos foram produzidas pela Operação Desmonte, que aconteceu pela segunda vez. A primeira se deu em 2008

MARCUS PEIXOTOREPÓRTER      FONTE; DIÁRIO DO NORDESTE

Prefeitura de Tururu nega atraso em folha

A Prefeitura de Tururu, município distante 124 km de Fortaleza, rebate a informação de que esteja com salários de servidores em atraso. O POVO publicou ontem matéria com levantamento feito pela Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce), que incluía Tururu entre os 42 municípios atingidos por atrasos salariais.

De acordo com a secretária da Assistência Social e assessora jurídica do Município, Daniele Bonfim, não há atraso salarial em Tururu. “Estamos com os salários em dia e amanhã (hoje) estará sendo paga a segunda parcela do 13º. O salário de dezembro está sendo pago dentro do mês. Até o dia 28, a última sexta-feira do mês, estará sendo pago o mês de dezembro”, garantiu.

O POVO procurou a Fetamce e, segundo a assessoria de comunicação, houve um engano na inclusão de Tururu entre os municípios. O equívoco teria sido gerado porque os servidores do município compõem sindicato de região estendida, que abrange também Uruburetama e Itapipoca. Apenas estes últimos teriam atraso.

 FONTE. O POVO

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

QUERIDOS AMIGOS E QUERIDOS IRMÃOS EM CRISTO , VEJA COMO O INIMIGO DE NOSSAS ALMAS TRABALHA DE UMA MANEIRA DESCARADA DE MENTIR E ENGANAR AO POVO, MUITAS VESES USANDO OS PRÓPRIOS CRENTES QUE DIZ CONHECER DEUS MAIS NÃO CONHECE SUA PALAVRA, ABRE A COCA PARA FAZER A VONTADE DO DEMONIO. FIZ QUESTÃO DE PUBLICAR ESSA MENTIRA  QUE FALAVA QUE O MUNDO IRIA SE ACABAR DIA 21 DE MAIO DE 2011 E NÃO SE ACABOU, AGORA CRIARÃO UMA NOVA DATA DIA 21 DE DEZEMBRO DE 2012.                                                   VEJA O QUE DIZ A PALAVRA DE DEUS. E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai.
Mateus 24:36

MATÉRIA MENTIROSA

 EUA: evangélicos anunciam fim do mundo para amanhã

Sexta-Feira, 20/05/2011, 19:01:00
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EUA: evangélicos anunciam fim do mundo para amanhã (Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)
Vários outdoors nas principais cidades americanas e canadenses afirmam que neste sábado, 21 de maio, acontecerá o tão aguardado Juízo Final.
A tese é difundida pelo grupo cristão evangélico Family Radio, com sede nos Estados Unidos, na Califórnia, em uma campanha mundial na qual adverte que só os verdadeiros crentes se salvarão.
Após um estudo minuncioso da Bíblia, o presidente do grupo teria chegado à conclusão de que o dia 21 de maio seria o "aniversário" de 7 mil anos da salvação de Noé do Dilúvio Universal.
"A Sagrada Bíblia dá mais provas incríveis que no dia 21 de maio de 2011 é exatamente o momento do Juízo Final" diz o site do grupo, acrescentando que os não crentes sofrerão um poderoso terremoto que provocará vários meses de caos na Terra. (DOL, com informações do UOL)


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Silas Malafaia aponta mentiras no documento de Haddad com apoio de evangélico

O pastor Silas Malafaia contestou recentemente um documento em que 20 líderes evangélicos supostamente assinaram em apoio a Fernando Haddad, candidato do PT à prefeitura de São Paulo. Silas aponta mentiras, especialmente no que diz que aos líderes terem censurado a atitude dele de apoiar o outro candidato, Serra.                     PorNatalie Neris

  • silas malafaia
    (Foto: YouTube)
    Pastor Silas Malafaia responde ao ativista gay Marcio Retamero, que disse que estaria "disposto a pegar em armas se preciso for" em um discurso contra os evangélicos, no IX seminário LGBT, no Congresso Nacional, em Brasília.
Malafaia em seu site respondeu rebatendo o documento e palavras do candidato petista. “Haddad e o PT produziram a notícia de que 20 entidades evangélicas e vários pastores estão apoiando sua candidatura. Tenho certeza de que ele aprendeu a mentir com seus mentores, que acabam de ser condenados pelo Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha”, afirmou o pastor.
O documento em questão foi divulgado principalmente por toda a imprensa paulista. Respondendo a isso, o pastor Silas desabafou: “Não posso acreditar que a imprensa de São Paulo esteja a serviço de um mentiroso e inescrupuloso como Haddad. Ele nem precisa fazer teste para ser artista; ganha vaga em qualquer filme de Hollywood”.
O popular pastor, Silas Malafaia, apresentou em cinco tópicos as supostas mentiras produzidas por Haddad. No primeiro, questiona o fato de pastores terem pedido uma reunião o candidato.
“Mentira 1: Que os pastores pediram reunião com ele. Mentira! A equipe de Haddad que convidou os pastores, e a reunião aconteceu no diretório do PT em São Paulo”.
Em segundo ele afirma que os pastores assinaram o documento, mas não sabiam que o mesmo falava contra ele. “Mentira 2: que os pastores assinaram o manifesto de apoio a Haddad e contra minha posição ‘violenta’ em relação a ele. Mentira! Os pastores assinaram um documento de apoio a Haddad sem saber que o documento também era um documento contra minha pessoa”.
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Contestou ainda sobre a quantidade de líderes presentes na reunião. “Mentira 3: Que a reunião foi feita com 200 líderes de entidades evangélicas. Mentira! Não tinha um líder, isto mesmo, um líder evangélico de expressão em São Paulo. Havia somente líderes sem projeção. Eu poderia listar os 20 maiores líderes de São Paulo, e nenhum deles estavam lá”.
O líder das Assembleias de Deus Vitória em Cristo desmentiu também a informação de que a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil estaria apoiando o candidato à prefeitura.
“Como sempre tenho dito, quem apoia são as pessoas, e não as entidades. A CGADB, entidade maior das Assembleias de Deus do Brasil, é presidida pelo Pr. José Wellington, que apoia Serra e nunca falou em nome da CGADB ou da Assembleia de Deus”.
No final de seu manifesto, o pastor Malafaia apresentou um tópico polêmico: o kit gay. Segundo ele, na reunião com o candidato petista, os líderes evangélicos pressionaram Haddad a falar sobre o kit gay, mas o candidato se esquivou.
“Os pastores que estavam na reunião questionaram Haddad sobre o kit gay, e ele se recusou a responder”.
“Segundo Haddad, quando eu apoiei Serra, ele disse que não iria dar importância ao submundo da política e ao mundo das trevas. Agora, com medo de não receber o voto dos evangélicos, monta uma farsa para tentar ludibriar o povo de Deus em São Paulo”, desabafa Malafaia.
Documento
O documento questionado foi assinado por 20 líderes evangélicos que endossaram a candidatura de Haddad e traz cinco reivindicações que são: a liberdade para todas as crenças, a defesa do Estado laico, parcerias entre governo e entidades religiosas com fins sociais e promoção de políticas de inclusão social em vários setores.
O último ponto é um pedido: “fim das perseguições e do clima de medo imposto pelos governos de Serra e Kassab, com a aplicação de multas e até mesmo o fechamento de templos, através da aplicação arbitrária da legislação municipal, como a Lei do Psiu”.

 

domingo, 9 de dezembro de 2012



O fim do mundo será em 2012?

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Por Leonardo Gonçalves
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Ao longo da história muitos grupos supostamente cristãos marcaram a data da vinda de Cristo: Adventistas, Testemunhas de Jeová, evangélicos e teólogos de diferentes correntes apostaram todas as suas fichas em uma data específica para o retorno do Senhor Jesus e para o fim do mundo. Até mesmo o doutor Russel Norman Champlin, autor da Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia e das obras Antigo Testamento Interpretado e o Novo Testamento Interpretado – muito consultadas pelos crentes brasileiros – já quis marcar a data do apocalipse. Claro que o fim foi adiado mais uma vez e o teólogo teve que desculpar-se da sua soberba cronológica.
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A ex-missionária e hoje “apóstola” Valnice Milhomens também se deixou seduzir por essa empáfia e marcou a vinda de Jesus para um sábado de 2007. Bom, o resultado disso vocês já sabem: 2007 passou, Jesus não voltou, o mundo não acabou e a dra. Valnice ficou envergonhadíssima por causa do seu furo profético. Ela até tentou desconversar, mas aí já era tarde; as imagens estavam registradas e catalogadas nos arquivos do CACP. Infelizmente não são poucos os grupos que se deixam ludibriar por falsos prognósticos acerca da vinda de Jesus. Muitas pessoas, talvez movidas pela curiosidade, fazem especulações acerca desse importante e misterioso tema. A curiosidade é natural. Certa feita os discípulos também interrogaram ao Senhor em particular: “Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”. O Senhor Jesus, após fazer uma explanação profética acerca dos eventos que iriam suceder no fim, concluiu: “Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai” (Mateus 24.4-36). De igual modo aqueles que presenciaram a ascenção de Jesus interrogaram-no dizendo: “Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?”, mas Jesus lhes respondeu: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (Atos 1.6-7).
Recentemente, a revista Mundo fez uma publicação com o título “As profecias do fim do mundo”. A reportagem mostra algumas profecias que tratam do referido tema, dentre as quais se destaca a profecia do calendário maia, que está se tornando famosa pelo fato de supostamente anunciar o fim para o ano 2012. O pior de tudo é que logo vai ter crente acreditando nisso e refazendo os cálculos apocalípticos de sempre (e que aliás, sempre estão errados) numa tentativa vã de conciliar a data do apocalipse cristão com a data da profecia maia. Diante disso tudo eu me pergunto: Será que a Bíblia não é suficente e temos que apelar para as profecias pagãs?
Quero dizer aos irmãos que a tentativa de conciliar a Bíblia com o mito maia é absurda! Se alguém quiser revelar, prognosticar ou profetizar, que fique à vontade. Porém eu prefiro ficar com a Bíblia: ela é o único livro profético 100% preciso em todo o mundo.
Em Isaías 41.23, o profeta lançou um desafio aos deuses gentios: “Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses”. Sabemos que os deuses pagãos falharam em suas predições. Deus porém previu vários eventos que aconteceriam no futuro.
O escritor Josh McDowel, usando como base os cálculos do senhor Peter Stoner acerca da probabilidade de apenas onze profecias bíblicas se cumprirem ao acaso, chega a conclusão de que a chance de essas profecias da terem se cumprido por pura coincidência é de 5,76 x 10 elevado à quinquagésima nona potência! Glória a Deus, porque as profecias da Bíblia são muito exatas e não precisamos de revelamentos e nem de profecias pagãs para guiar as nossas vidas!
É preciso entender de uma vez por todas que o Deus da Bíblia é o Deus, e que ele não precisa da ajuda de Nostradamus, da Valnice Milhomens e nem dos povos Maias para vaticinar um acontecimento: Se Deus tivesse alguma intenção em revelar a data da sua vinda, ele o teria feito em sua Palavra, e com a mais exata precisão. Contudo, ele reservou essa data para si e nós, os cristãos, devemos respeitar seus critérios e viver a nossa vida por fé. A verdade é que não sabemos quando será a data da sua vinda e do fim do mundo, se será em 2012, 2010 ou se amanhã mesmo, e é por isso mesmo devemos manter-nos firmes na esperança da glória futura.
Meu querido irmão: Não caia na enrolação dos falsos profetas que vivem às expensas das suas profecias sensacionalistas. Não seja mais uma marionete nas mãos dos mentirosos que usam seus “agouros” para amedrontar e por meio de ameaças apocalipticas, amontoar seguidores. Olhe para a Bíblia e esteja sempre preparado, pois a vinda do Senhor pode se dar a qualquer momento!
“Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.” Mt 24.42

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Dr Artur Vasconcelos Nery assume a prefeitura de Uruburetama



Na quinta feira passada dia 6 de dezembro as 6 horas da terde, foi realizada uma seção com a presença de todos os vereadores, e o vice prefeito Dr Artur foi apossado como o novo prefeito de Uruburetama, pelo menos até o dia 31 de dezembro de 2012. Segundo comentários na sede da prefeitura de Uruburetama, na proxima segunda feira dia 10 de dezembro o novo prefeito deverá nomear as duas novas secretárias, de educação e de ação social.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012


NASA desmente fim do mundo e alerta sobre suicídios

04/12/2012

NASA desmente fim do mundo e alerta sobre suicídios

Com informações da BBCApós receber uma enxurrada de cartas de pessoas seriamente preocupadas com teorias que preveem o fim do mundo no dia 21 de dezembro de 2012, a agência espacial norte-americana (NASA) resolveu "desmentir" esses rumores.
A NASA fez uma conferência online com a participação de diversos cientistas.
Além disso, a agência criou uma seção em seu site para desmentir que haja indícios de que um fim do mundo esteja próximo.
Suicídio
Segundo o astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, muitas das cartas expondo preocupações com as teorias apocalípticas são enviadas por jovens e crianças.
Alguns dizem até pensar em suicídio, de acordo com o cientista, que também mencionou um caso, reportado por um professor, de um casal que teria manifestado intenção de matar os filhos para que eles não presenciassem o apocalipse.
"Estamos fazendo isso porque muitas pessoas escrevem para a NASA pedindo uma resposta (sobre as teorias do fim do mundo). Em particular, estou preocupado com crianças que me escrevem dizendo que estão com medo, que não conseguem dormir, não conseguem comer. Algumas dizem que estão até pensando em suicídio", afirmou Morrison.
"Há um caso de um professor que disse que pais de seus alunos estariam planejando matar seus filhos para escapar desse apocalipse. O que é uma piada para muitos e um mistério para outros está preocupando de verdade algumas pessoas e por isso é importante que a NASA responda a essas perguntas enviadas para nós."
Calendário maia
Um rumores mais difundidos pela internet justifica a crença de que o mundo acabará no dia 21 dizendo que essa seria a última data do calendário da civilização maia.
Outro rumor tem origens em textos do escritor Zecharia Sitchin, dos anos 70. Segundo tais teorias, documentos da civilização Suméria, que povoou a Mesopotâmia, preveriam que um planeta se chocaria com a Terra. Alguns chamam esse planeta de Nibiru. Outros de Planeta X.
"A data para esse suposto choque estava inicialmente prevista para maio de 2003, mas como nada aconteceu, o dia foi mudado para dezembro de 2012, para coincidir com o fim de um ciclo no antigo calendário maia", diz o site da NASA.
Sobre o fim do calendário maia, a NASA esclarece que, da mesma forma que o tempo não para quando os "calendários de cozinha" chegam ao fim, no dia 31 de dezembro, não há motivo para pensar que com o calendário maia seria diferente - 21 de dezembro de 2012 também seria apenas o fim de um ciclo.
Alinhamento dos planetas
A agência espacial americana enfatiza que não há evidências de que os planetas do sistema solar "estejam se alinhando", como dizem algumas teorias, e diz que, mesmo que se isso ocorresse, os efeitos sobre a Terra seriam irrelevantes.
Também esclarece que não há indícios de que uma tempestade solar possa ocorrer no final de 2012 e muito menos de que haja um planeta em rota de colisão com a Terra.
"Não há base para essas afirmações", diz. "Se Nibiru ou o Planeta X fossem reais e estivessem se deslocando em direção à Terra para colidir com o planeta em 2012, astrônomos já estariam conseguindo observá-lo há pelo menos uma década e agora ele já estaria visível a olho nu", diz o site da NASA



Forças Armadas sofrem corte de 44% dos recursos e preveem colapso Queda de 7,8 bilhões de reais no orçamento afeta a vigilância da fronte...